Thank God AllGarve has ended. Olá

Foi por falta de tempo que não escrevi aqui - atempadamente - sobre o último evento do "Allgarve", mais precisamente o concerto de Camané e Carlos do Carmo com a Sinfonieta de Lisboa, em Loulé, junto ao (tal) Monumento Engº Duarte Pacheco, no passado sábado.
O espectáculo era fado. Carlos do Carmo é um dos mais ilustres da nossa praça e Camané destaca-se naturalmente nesta nova vaga de fadistas. Para mais, acompanhados por uma orquestra de música clássica.
Mas o espectáculo transcendeu, - não necessariamente no sentido que Kant lhe imprimiu - as barreiras musicais. A começar pela figura singular que é Carlos do Carmo. Se Camané se mostrou nervosíssimo, oscilante, gago, - nunca enquanto canta, apenas nos interlúdios entre músicas - Carlos do Carmo abriu o livro e desatou a sacar gargalhadas ao público, qual stand-up comediant. Já lhe conhecia o espírito, mas desconhecia-lhe o gosto pelas farpadas, como as que desatou a espetar no traseiro estrangeirado de Manuel Pinho e do seu Allgarve, que... vamos lá... lhe pagaram o cachet.
Carlos do Carmo é um "one-man-show". Camané veio para cantar, Carmo veio entreter, contar piadas e assumir o fracasso do AllGarve. Que foi grande.

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