Hostel de Eli Roth

O filme Hostel (2) de Eli Roth é um chorrilho de perversões.
A premissa arranca dos mais repugnantes desejos desumanos, passando por uma intrincada conspiração que invoca certa "burocracia e perversão soviética". A Eslováquia é o país escolhido, mas se fosse a Ucrânia ou a Bielorrússia, mantinha-se o efeito assustador dos "devoradores de criancinhas".
O que decorre, é no fundo, um exercício macabro, por vezes inconsistente, outras apenas repugnante. Para mim, um fetichista nato, teria sido uma delícia, se a coisa envolvesse algo de teor sexual. Não envolvia.
Bem no final, o momento em que o pior - mesmo - que um homem pode temer aconteceu.

ps. aceitam-se apostas; acertam à primeira!

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